O senador Eduardo Girão (Novo-CE) fez um post nas redes sociais, relembrando a situação de perseguição vem sofrendo o prefeito de Juazeiro do Norte Gledson Bezerra (Podemos-CE), “Se você acha que vivemos numa covarde ditadura do judiciário no Brasil, imagine na “Terra da Luz” onde os petistas teimam em transformar em “terra das trevas ou das sombras”…Aqui a cooptação chega a níveis assustadores, é claro; com tudo com o dinheiro de quem paga impostos : você! Só para calar a mídia foram gastos no governo do PT de Camilo e Elmano cerca de 2 bilhões de reais. E as indicações politiqueiras para os nossos tribunais eminentemente políticos -com raríssimas exceções- fazem o estrago do que sobrou da “democracia cearense”, afirmou Girão em publicação nas redes sociais.

Na publicação o senador cearense trouxe um artigo de sua autoria publicada no Jornal O Povo há algumas semanas atrás, onde ele mostra o absurdo da situação que o prefeito de Juazeiro do Norte vem sofrendo, após ser o primeiro gestor a conseguir reeleição na história da cidade.

“Eu faço uma reflexão a respeito da perseguição sofrida pelo prefeito Gledson Bezerra, de Juazeiro do Norte, uma das cidades mais importantes do Ceará e do Nordeste, terra do “Padim padi Ciço”. O Sistema quer cassar a vontade popular que o reelegeu com uma diferença de mais de 13 mil votos, depois de ter realizado uma gestão exemplar premiada e reconhecida nacionalmente. Nossa solidariedade. São tempos difíceis, de inversão de valores. Tempos de perseverança no Bem e na Verdade e de confiança na Justiça Divina. Que a Verdade, a Justiça e o bom senso prevaleçam em nossa Nação”, afirmou o senador Girão no artigo.

No artigo o senador Girão lembra que já no primeiro ano como prefeito, Gledson foi alvo de 3 CPIs promovidas por vereadores acostumados com as gestões anteriores, que praticavam a velha politicagem da barganha. Ele lembra que todas as CPIs não deram em nada, principalmente pela sua independência e perfil austero na administração, enfrentando diuturnamente a corrupção, passou também a ser perseguido pelo Governo do Estado, que deixou de repassar recursos de vários convênios com a Prefeitura.

“Também teve que responder junto à órgãos aparelhados pelo PT-por ter cancelado um contrato de limpeza pública da gestão anterior que gastava R$ 4,5 milhões/mês. Ele fez uma nova licitação e passou a fazer o mesmo serviço com uma empresa que cobrou menos da metade! Economizou mais de 24 milhões por ano e o serviço ainda melhorou”, diz trecho do artigo.

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