No dia 3 de julho, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente. Ele também está proibido de usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros, e visitas são autorizadas somente pelo STF.
- Segundo o documento, a crise de soluço, chamada pelos médicos de singulto, começou há três dias e durou cerca de um dia e meio sem parar.
- Por causa da intensidade e da duração, foi preciso intensificar a medicação, e o tratamento conseguiu controlar os sintomas.
- Os médicos afirmam ainda que, no momento, o estado geral do ex-presidente é estável.
- Mas reforçam que ele ainda precisa de acompanhamento por causa dos efeitos dos remédios e da reabilitação em curso.
Apesar da melhora após o ajuste nos remédios, o documento aponta que ele ainda sente efeitos colaterais dos medicamentos de ação central.
Entre os sintomas que continuam, estão sonolência e falta de equilíbrio. Por isso, de acordo com os médicos, o risco de quedas é maior e exige cuidados extras durante a recuperação.
Ainda conforme a equipe médica, Bolsonaro está estável nos aspectos hemodinâmico, respiratório e cardiológico.
O tratamento inclui dieta rigorosa, sessões de fisioterapia, exercícios regulares e medidas para evitar quedas e controlar o refluxo. O relatório informa também que os outros remédios de uso contínuo seguem sem mudanças.