O ministro Fernando Haddad (Fazenda) deixará o cargo na semana que se inicia, com ele no comando da pasta as contas públicas pioraram em vários aspectos, entre eles, no déficit estrutural, dívida líquida, dívida bruta, colchão da dívida e restos a pagar.

O resultado primário estrutural voltou a ser negativo em 2023, segundo a IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado. Ficou em -1,54% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2024. É o dado anual mais recente disponível.

O indicador havia sido positivo em 2021 e 2022. Paulo Guedes foi ministro da Economia de 2019 a 2022 no governo de Jair Bolsonaro (PL).

Em dezembro de 2025, a dívida líquida atingiu 65,3% do PIB –foi o maior valor da série histórica iniciada em 2006. O indicador desconta ativos financeiros dos governos.

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