O senador Eduardo Girão (Novo-CE) como autor do requerimento da CPI do banco Master, conseguiu as 42 assinaturas para instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito no senado federal.

“Davi Alcolumbre não tem mais desculpa! Acabamos de conquistar 42 assinaturas no Senado federal para abrir imediatamente uma Comissão parlamentar de inquérito-CPI para investigar o maior escândalo do sistema bancário da história do País que envolve pessoas poderosas. Ou seja ; a MAIORIA da Casa Revisora da Republica quer a abertura da CPI que eu apresentei há dois meses. Além do autor deste requerimento sou o único senador do Ceará a assinar os três requerimentos de CPMI dos parlamentares Carlos Jordy e Heloisa Helena que também trabalham pela a ampla e imediata investigação. Temos o dever de apurar o desvio de dezenas de bilhões de reais do dinheiro de quem paga imposto nesse País: você”, afirmou o senador Eduardo Girão em publicação nas redes sociais.

Além desse pedido, há no Congresso Nacional um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) e um para a criação de uma CPI na Câmara dos Deputados.

O senador cearense pediu que a CPI tenha 90 dias de duração.

As iniciativas aumentam a pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para a instalação de um colegiado que investigue a fraude envolvendo o banco, do empresário Daniel Vorcaro, que foi liquidado pelo Banco Central.

Como antecipado pelo Metrópoles, o requerimento da CPMI atingiu o número de assinaturas necessárias para ser oficializado em 31 de dezembro. A iniciativa é encabeçada pelo deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ).

Parlamentares se articulam durante o recesso para pedir que o requerimento seja lido já na primeira sessão conjunta do ano legislativo de 2026. Para dar início aos trabalhos, os requerimentos de criação dos colegiados devem ser lidos pelos respectivos presidentes das Casas.

Assinaram o pedido de Eduardo Girão nomes como os líderes oposicionistas do PP, Tereza Cristina (MS); do PL, Carlos Portinho (RJ); do Republicanos, Mecias de Jesus (RR); e do Podemos, Carlos Viana (MG).

Ao mesmo tempo, também assinaram líderes da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como do MDB, Eduardo Braga (AM); e do PSD, Omar Aziz (AM).

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