Nesta segunda-feira (21), o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, usou as redes sociais para manifestar apoio ao ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL). Ele criticou as medidas restritivas que foram impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, ao ex-chefe do Executivo. Segundo Orbán, “julgamentos com motivação política são ferramentas de medo, não de Justiça”. Ele incentivou Bolsonaro a continuar lutando.

– Continue lutando, @jairbolsonaro! Ordens de silêncio, proibições de redes sociais e julgamentos com motivação política são ferramentas de medo, não de justiça. Você pode colocar uma tornozeleira eletrônica em um homem, mas não na vontade de uma nação! – escreveu Orbán.

Eduardo apontou que Viktor Orbán conhece melhor que ninguém as pessoas que estão perseguindo Bolsonaro.

– Muito obrigado, primeiro-ministro Viktor Orbán. Ninguém melhor do que você conhece essas pessoas que nos perseguem – escreveu Eduardo.

Já Carlos aproveitou o espaço para denunciar que “o que se presencia é uma afronta contínua às garantias constitucionais e aos direitos mais elementares”.

– Diante das severas restrições impostas, informo que sequer tenho conseguido manter contato com meu pai, em razão de interpretações questionáveis por parte de alguns, que classificam até mesmo interações familiares como suposto descumprimento de medidas cautelares. As circunstâncias são extremamente delicadas, e o que se presencia é uma afronta contínua às garantias constitucionais e aos direitos mais elementares. Suas palavras representam não apenas um gesto de solidariedade, mas também um sinal claro de que líderes ao redor do mundo compreendem a gravidade da escalada de medidas que comprometem as liberdades individuais e o devido processo legal – práticas que, lamentavelmente, vêm se tornando recorrentes em diversas nações. Agradeço sinceramente sua atenção e manifestação pública – destacou.

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