O atual presidente da República e postulante à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o também atual governador e candidato à reeleição ao Governo do Ceará, Elmano de Freitas (PT), lideram em primeira e segunda colocação, respectivamente, o ranking sobre os maiores gastos com impulsionamento nas redes sociais. As informações foram divulgadas pelo portal Uol.
Os dados informados pelas campanhas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até a última quarta-feira (23), mostram que, no total, mais de R$ 167,3 milhões foram pagos à Meta para turbinar publicações. O valor é maior do que o arrecadado pela empresa nas eleições de 2022, quando recebeu R$ 155,4 milhões pelos candidatos, conforme números corrigidos pela inflação.
Até agora, as eleições municipais com maiores gastos com esse tipo de serviço foram as de 2024, com um R$ 207,6 milhões, de acordo com os valores corrigidos. Esse recorde pode mudar, pois ainda faltam nove dias para o dia da votação das eleições 2026 em primeiro turno, dependendo da realização de segundo turno ou potencialização do serviço na reta final da campanha, os valores podem aumentar. Como em 2022, o gasto com impulsionamento de posts foi o que mais gerou despesa nas campanhas. Desde 2018, a busca e pagamento pelo serviço subiu 316%.
Além de Lula e Elmano, nos primeiros lugares, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad seguem na terceira e quarta colocação do levantamento de gastos, sendo R$ 1,9 milhões para o representante do Republicanos e R$ 1,4 milhões para o petista, ambos concorrem ao governo de São Paulo.
Os dados foram levantados pelo Uol através das informações da Biblioteca de Anúncios da Meta. Eles foram checados entre 22 de agosto a 20 de setembro.
Confira o ranking:
Lula (PT): R$ 4,7 milhões
Elmano de Freitas (PT): R$ 3,3 milhões
Tarcísio de Freitas (Republicanos): R$ 1,9 milhões
Fernando Haddad (PT): R$ 1,4 milhões
Simone Tebet (PSB), candidata ao Senado por São Paulo: R$ 1,4 milhões
Ciro Gomes (PSDB), candidato ao Governo do Ceará: R$ 1,3 milhões
Fábio Teruel (MDB), candidato a deputado federal: R$ 1,3 milhões
André do Prado (PL), candidato ao Senado por São Paulo: R$ 1,2 milhões
Célio Studart (PSD) candidato a deputado federal pelo Ceará: R$ 1,1 milhão
Filipe Barros (PL), candidato ao Senado pelo Paraná: R$ 1 milhão







