O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia contra o jornalista Breno Altman pelos crimes de racismo contra judeus, incitação e apologia ao crime, após um pedido da Confederação Israelita do Brasil (Conib), que classificou publicações do profissional em redes sociais como racistas e antissemitas. Entre as publicações citadas na denúncia estão textos em que Altman comenta ações do Hamas, classificando-as como resistência palestina contra o Estado de Israel.

A Conib sustenta que as postagens “revelam defesa e normalização de atos terroristas praticados pelo Hamas” e cita a definição de antissemitismo da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA), que foi rejeitada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) em julho deste ano.

O advogado Daniel Leon Bialski, assessor da presidência da Conib, disse na 6ª feira (10.out.2025) que são “inaceitáveis e inadmissíveis” ofensas feitas por um dos advogados de Altman ao procurador Fabretti.

“Pateticamente, como sempre, se tenta desvirtuar a verdade, procurando mascarar o discurso de ódio e o racismo praticado por esse acusado que, acertadamente, agora foi denunciado criminalmente por seus múltiplos atos antissemitas, aguardando-se que no futuro, seja condenado por todos os crimes praticados”, declarou.

 

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