Pelo segundo ano consecutivo, o Ceará registrou o segundo menor rendimento mensal domiciliar per capita do Brasil em 2025, com o valor de R$ 1.390. O valor é inferior ao salário mínimo daquele ano, que era de R$ 1.518. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (27).

​O valor cearense também é 60% inferior à média nacional (R$ 2.316), superando apenas o Maranhão, que registrou o menor rendimento do País (R$ 1.219).

​No topo da lista, o Distrito Federal detém o maior rendimento mensal do País, registrando R$ 4.538. Na sequência, aparecem São Paulo (R$ 2.956) e Rio Grande do Sul (R$ 2.839).

  • Distrito Federal: R$ 4.538
  • São Paulo:  R$ 2.956
  • Rio Grande do Sul:  R$ 2.839
  • Santa Catarina:  R$ 2.809
  • Rio de Janeiro:  R$ 2.794
  • Paraná:  R$ 2.762
  • Mato Grosso do Sul: R$  2.454
  • Goiás:  R$ 2.407
  • Minas Gerais:  R$ 2.353
  • Mato Grosso:  R$ 2.335
  • Espírito Santo:  R$ 2.249
  • Tocantins:  R$  2.036
  • Rondônia:  R$ 1.991
  • Roraima(1):  R$ 1.878
  • Rio Grande do Norte:  R$ 1.819
  • Amapá:  R$ 1.697
  • Sergipe:  R$ 1.697
  • Pernambuco:  R$ 1.600
  • Piauí:  R$ 1.546
  • Paraíba:  R$ 1.543
  • Amazonas:  R$ 1.484
  • Bahia:  R$ 1.465
  • Alagoas:  R$ 1.422
  • Pará:  R$ 1.420
  • Acre:  R$ 1.392
  • Ceará: R$ 1.390
  • Maranhão:  R$  1.219

​Como o cálculo é feito

​Conforme o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é a razão entre o total dos rendimentos nominais e o número de residentes de cada domicílio.

O cálculo abrange rendas provenientes do trabalho e de outras fontes, contabilizando todos os ocupantes da residência, inclusive pensionistas, empregados domésticos e seus parentes.

Fonte: DN

COMENTAR