O governo Lula  continua implementando a retomada gradual do imposto de importação sobre veículos elétricos, híbridos e painéis solares fotovoltaicos, com alíquotas que chegam a 36% em julho de 2026.

Desde 2015, importações de veículos elétricos e híbridos eram isentas ou com alíquotas reduzidas para estimular a adoção de tecnologias limpas.

No entanto, a partir de janeiro de 2024, o governo reintroduziu o Imposto de Importação de forma gradual.

Veículos 100% elétricos:
10% (2024)
18% (julho 2024)
25% (julho 2025)
35% (julho 2026)
Híbridos e híbridos plug-in: Alíquotas variam, mas também culminam em até 35% em 2026.

A associação brasileira de energia solar Fotovoltaica (Absolar) criticou a mudança, alertando para risco de encarecimento da energia solar, cancelamento de projetos (mais de 25 GW em risco, com R$ 97 bilhões em investimentos) e perda de empregos. Já entidades como a Abinee apoiam, argumentando que protege a indústria nacional contra subsídios estrangeiros.

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