O deputado estadual Pedro Matos (PL) criticou duramente a política de impostos do governo federal sobre os combustíveis e cobrou uma redução forte e permanente na carga tributária. No Ceará, o preço da gasolina nos postos já chega à casa dos R$ 7,00 o litro, e o etanol é vendido por cerca de R$ 5,00. Em 2022, quando o país cortou tributos de forma efetiva, o consumidor cearense chegou a pagar R$ 4,48 na gasolina e R$ 3,65 no etanol.
A reação do parlamentar ocorre após a Petrobras anunciar o aumento de R$ 0,63 por litro da gasolina A vendida às distribuidoras. A estatal informou que o governo federal reduziu impostos no mesmo valor para neutralizar o impacto no bolso do cidadão. Para Pedro Matos, a ação do governo Lula é pequena e insuficiente diante do peso que o brasileiro carrega no dia a dia.
“Em 2022, o corte de tributos funcionou de verdade e a população sentiu o alívio no bolso na hora de abastecer. Hoje, com a gasolina perto de R$ 7,00, o dinheiro que deveria ir para a comida e para o lazer das famílias cearenses vai embora na bomba. Se o governo consegue cortar imposto agora só para cobrir um aumento da Petrobras, significa que dá para cortar muito mais. O Brasil não precisa de maquiagem, precisa de um verdadeiro tesouraço nos impostos de forma permanente”, destaca Pedro Matos.
O deputado reafirmou que, caso conquiste uma vaga na Câmara dos Deputados como deputado federal, a revisão e a diminuição da carga tributária dos combustíveis serão prioridades em sua atuação no Congresso Nacional.









