A empresa teve nota 0,82 no Desempenho Global de Continuidade (DGC), que considera a duração e a frequência das interrupções do fornecimento de energia.
No ranking anterior, publicado em 2025, a Enel Ceará também registrou indicador 0,82 e ficou na 18ª posição de 29 concessionárias avaliadas, entre as 10 piores do levantamento.
No entanto, a comparação com a edição atual não é possível, já que o número de distribuidoras avaliadas aumentou de 29 para 33. No ranking deste ano, a Enel Ceará é a 11ª pior avaliada.
O resultado sai em meio a incertezas sobre a renovação da concessão da distribuidora. Embora a Aneel tenha recomendado a renovação, o Ministério de Minas e Energia não convocou a Enel para assinar o contrato.
A Enel ressaltou, em nota, que os indicadores no Ceará apresentaram evolução consistente, ficando melhor do que a meta regulatória nos últimos 3 anos (leia nota completa no fim do texto).
“Em 2025, a distribuidora alcançou o melhor resultado dos últimos 13 anos para a duração das interrupções (DEC). De 2020 a 2025, a companhia registrou uma queda de 48% no DEC e 29% no FEC”, disse.