O senador Eduardo Girão (Novo-CE) e os parlamentares da Câmara dos deputados do Novo entraram com representação na área técnica do Tribunal de Contas da União recomendou suspender repasses federais ligados ao Carnaval do Rio de Janeiro. O motivo: indícios de desvio de finalidade e possível promoção política em ano eleitoral, usando recursos públicos destinados à promoção do Brasil no exterior.

“Devemos ter respeito ao contribuinte! Este recurso deve ser investido em algo realmente necessário”, afirmou o senador Eduardo Girão.
Isso porque, a Embratur tem um contrato de R$ 12 milhões com a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), que repassa R$ 1 milhão para cada escola de samba do Grupo Especial do carnaval do Rio de Janeiro. O órgão faz esse aporte por entender que o Carnaval promove e incentiva o turismo internacional no Brasil.

Dinheiro do pagador de impostos deve servir ao interesse público, com impessoalidade, legalidade e transparência — não para exaltar o desgoverno Lula. O NOVO cumpriu seu papel: fiscalizou, denunciou e acionou os órgãos de controle. Seguiremos vigilantes para impedir que o Estado seja usado como palanque político.

Os parlamentares entendem que a homenagem à Lula em ano eleitoral é uma campanha antecipada em benefício do Presidente da República. Damares acusa o samba-enredo de atacar a direita em trechos que citam “mitos falsos” e o pedido de anistia.

“Para além da promoção pessoal do atual Presidente da República, a Representada faz ataques ao espectro político da Direita, de forma hostil e, justamente em um momento em que o país se encontra gravemente polarizado politicamente”, diz trecho do ofício de Damares encaminhado à PGR.

COMENTAR