Comerciantes que atuam em trecho da avenida Beira-Mar de Fortaleza estão preocupados e reclamaram da falta de informação nesta segunda-feira (13), primeiro dia do rodízio de turnos de trabalho. Ainda segundo Edleuza, a categoria não foi notificada sobre qual horário cada um deve passar a atuar. “Vim para cá mais cedo, justamente esperando eles para saber qual a localização que a gente vai ficar, porque a gente não pode, isso aqui tudo [estrutura] é parafusado. Não tem como eu chegar, tirar tudo e levar para lá. Se eu for mexer e eles vêm me tirar? Como faço? Tenho que esperar eles virem.” disse a comerciante Edleuza Silva Cavalcante.

Uma manifestação do permissionários da beira-mar está marcada para hoje, de forma a pressionar a prefeitura municipal de Fortaleza a mudar o modo de como está tratando os comerciantes da região.

A Prefeitura determinou que, a partir desta data, permissionários instalados na orla da Capital, entre as ruas João Cordeiro e Ildefonso Albano, seriam divididos em dois grupos para atuar em horários distintos: das 5h às 16h30 ou das 17h às 0h.

Na primeira etapa, cinco ilhas de comércio deveriam ser implantadas no trecho, com distanciamento de cerca de 10 metros entre elas, seguindo marcações das equipes técnicas da Secretaria Regional 2 (SER 2).

No entanto, a comerciante Edleuza Silva Cavalcante, de 45 anos, disse que nenhum servidor da Pasta ou da Agência de Fiscalização (Agefis) prestou apoio no início desta manhã. Sem informação, a profissional disse não ter iniciado o expediente por temer punições.

 

Em nota, a Agefis afirmou que a operação de fiscalização do rodízio começou nesta data e será reforçada ao longo dos próximos dias. Segundo a instituição, servidores estariam presentes em diferentes horários e pontos estratégicos ao longo da orla, monitorando e orientando comerciantes quanto às regras estabelecidas.

 

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