Com a decretação da prisão domiciliar imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, nesta segunda-feira (4), ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após identificar um suposto “descumprimento reiterado” de medidas cautelares impostas em julho, o ex-mandatário que governou o Brasil entre 2019 e 2022 se tornou o quarto ex-presidente preso em sete anos e o único cujo caso não envolve corrupção.

Somam-se à lista, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em 2018; Michel Temer, em 2019 e Fernando Collor de Melo em abril deste ano. Dos quatro ex-presidentes, Bolsonaro é o único que não teve condenação ligada à Operação Lava Jato.

A decisão que ocasionou a prisão de Bolsonaro decorre de uma investigação por crimes como coação no curso do processo, obstrução de investigação criminal e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, relacionados a tentativas de interferência de autoridades estrangeiras no Judiciário brasileiro.

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