Na ação, PT e aliadas pediam a exclusão do apoio da Federação União Progressista do arco de alianças de Ciro para a disputa. O caso envolvia convenção da federação que aprovou apoio à candidatura tucana, enquanto comandos individuais do União Brasil e do Progressistas, por sua vez, aprovaram apoio a Elmano de Freitas (PT).
Segundo a federação petista, divergência entre as posições era “possível fraude” que “produz impacto sobre a lisura” da eleição. A tese, no entanto, já havia sido rejeitada em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE).
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