A Justiça de Orlando, nos EUA, marcou para 9 de abril a primeira audiência para tratar da ação movida pelo ex-assessor da Presidência Filipe Martins na qual contesta registros da imigração americana de que teria entrado no país no final de 2022. Os registros foram usados como argumento pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, para manter Martins preso durante seis meses no ano passado, citando risco de fuga.

O ex-assessor é um dos denunciados na suposta trama golpista que teria sido comandada por Jair Bolsonaro.

Segundo comunicado do juiz Gregory Presnell, Martins poderá acompanhar a sessão de forma presencial ou remota. O ex-assessor está proibido de deixar sua cidade, Ponta Grossa (PR), no entanto.

Martins afirma que houve fraude no registro feito pelo serviço de imigração americana e pede apuração dos responsáveis.

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