O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Camilo Santana (PT) e o governador Elmano de Freitas (PT) fizeram discursos para as mulheres em evento no município de Quixeramobim na tarde desta quinta-feira, 2. Apesar de várias mulheres presentes no evento, como a ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, a prefeita de Senador Pompeu, Márcia Zomin (PSB), a prefeita de Piquet Carneiro, Neila Vitoriano (PT), entre outras mulheres, mas nenhuma fez discurso no evento, mostrando um pouco da hipocrisia do discurso.

O governador Elmano de Freitas pediu salva de palmas às mulheres do Estado e iniciou o discurso agradecendo a primeira-dama Janja da Silva, que esteve em Fortaleza no fim de junho para apresentar o Pacto Brasil contra o Feminicídio. Na Capital, a primeira-dama também conheceu Ana Clara de Oliveira, jovem de 21 anos que teve as mãos decepadas em maio pelo irmão do namorado em Quixeramobim.

“Eu queria saudar de maneira especial as mulheres que aqui estão. Semana passada, a primeira-dama esteve no Ceará e eu quero lhe agradecer primeira-dama, porque a primeira-dama veio ao Ceará para fazer um pacto e ela recebeu uma filha de Quixeramobim vítima de violência. E eu espero que nós do Ceará tenhamos a coragem de acabar com a violência contra as mulheres. Muito obrigado, primeira-dama, por nos chamar a atenção. E eu disse a ela do que nós vínhamos fazendo e eu agradeci a ela por nos inquietar”.

Ao destacar a importância da educação na própria trajetória, o presidente Lula pediu para que as mulheres estudem e enfatizou que a educação promove independência, principalmente financeira. O petista também disse estar feliz com o fato da esposa ter assumido a campanha de combate à violência contra a mulher.

“As mulheres, pelo amor de Deus, todas as oportunidades que você tiverem de estudar, estudem. Porque, para nós homens, uma profissão é uma garantia de estabilidade, para nós e para a nossa família, de arrumar emprego em qualquer lugar do Brasil, mas para as mulheres a educação é uma coisa a mais, é uma coisa chamada independência”, disse.

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