A desembargadora que declarou que a magistratura caminha para um “regime de escravidão” diante de restrições recentes aos penduricalhos, já chegou a receber mais de R$ 500 mil em um mês.

Não à toa, Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), criticou veementemente o limite para os penduricalhos estabelecidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), chegando a chamá-lo de “chulo e vagabundo”.

– Daqui a pouco a gente vai estar no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão – disse a desembargadora da 3ª Turma de Direito Penal.

De acordo com dados do Tribunal de Justiça do Pará, o maior salário da magistrada foi em dezembro de 2023: R$ 538.491,27, dos quais “apenas” R$ 37.589,95 eram de salário fixo. Ou seja, a maior parte do pagamento de Eva são verbas adicionais.

 

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