A defesa de Jair Bolsonaro (PL) informou nesta quarta-feira (4) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o quadro de saúde do ex-presidente piorou nos últimos dias. Os advogados pedem que a Polícia Federal apresente “com a máxima urgência” o laudo da perícia realizada no último dia 20.

O ministro Alexandre de Moraes só decidirá sobre a prisão domiciliar humanitária após analisar o relatório da autoridade policial. O relator havia dado prazo de 10 dias para a apresentação dos documentos.

“Ocorre que, transcorridos mais de 10 (dez) dias da realização da perícia, verifica-se que, até o presente momento, não foi juntado aos autos o laudo elaborado pela referida junta médica”, disse a defesa.

Os advogados destacam que a juntada do laudo pericial aos autos é necessária para “viabilizar a apresentação de parecer pelo assistente técnico da defesa e, por consequência, a análise da necessidade de concessão da prisão domiciliar humanitária”.

Segundo a petição, Bolsonaro “apresentou piora nos últimos dias, com o surgimento de episódios eméticos e crise de soluços acentuada”.

Bolsonaro ficou em prisão domiciliar de 4 de agosto até 22 de novembro, quando foi preso preventivamente na Superintência da Polícia Federal, em Brasília, por tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda.

A prisão foi determinada no âmbito do inquérito que apura a atuação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos.

Os advogados destacam que a juntada do laudo pericial aos autos é necessária para “viabilizar a apresentação de parecer pelo assistente técnico da defesa e, por consequência, a análise da necessidade de concessão da prisão domiciliar humanitária”.

Segundo a petição, Bolsonaro “apresentou piora nos últimos dias, com o surgimento de episódios eméticos e crise de soluços acentuada”.

Bolsonaro ficou em prisão domiciliar de 4 de agosto até 22 de novembro, quando foi preso preventivamente na Superintência da Polícia Federal, em Brasília, por tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda.

A prisão foi determinada no âmbito do inquérito que apura a atuação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos.

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