Com a vitória de José António Kast (Partido Republicano, direita) na eleição presidencial realizada neste domingo (14.dez.2025) no Chile, a direita conseguiu conquistar os países mais relevantes do continente, tirando o Brasil, além do Chile, as vitórias na Argentina, Bolívia, Equador e Paraguai, mostram uma tendência de virada a direita no continente.
A esquerda possui domínio no governo ditatorial da Venezuela, Colômbia que terá novas eleições no ano que vem, com atual presidente Petros muito mal avaliado, o Uruguai, e países pequenos como Guiana e Suriname.
No fim de 2015, a esquerda e a centro-esquerda governavam 8 países da região, e a direita e a centro-direita, 4. Em 2020, a direita havia conquistado o poder no Brasil (Jair Bolsonaro), no Chile (Sebastián Piñera) e no Uruguai (Luis Lacalle Pou), e a esquerda na Argentina, com Alberto Fernández.
O mapa político da América do Sul é marcado, em muitos casos, por significativas transições de poder. Em 25 anos, o Peru teve 11 presidentes. Ao passo que a Argentina, nos últimos 10 anos, viveu uma alternância entre governos de esquerda e de direita.
Além do Paraguai, os únicos países do continente que se mantiveram governados pelo mesmo espectro político nos últimos 10 anos foram Suriname (com leve alternância da esquerda para a centro-esquerda);







