A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO/DECOR), indiciou um homem, faccionado do Primeiro Comando da Capital (PCC), por atuação criminosa na capital da República. Luiz Carlos Rodrigues Garcia é apontado como líder de atos supostamente organizados por parentes de presos de alta periculosidade, detidos na Penitenciária Federal de Brasília, em 2022. Paraíba, como é conhecido o suspeito, é investigado pela utilização de recursos vinculados à organização criminosa para financiar as manifestações.
Nesta quinta-feira (28/8), uma megaoperação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o Ministério Público de São Paulo, e a Receita Federal, que investiga do esquema criminoso no setor de combustíveis, também envolvendo o PCC.
No esquema do DF, que culminou no indiciamento de Paraíba, a apuração da Polícia Civil identificou que o dinheiro do PCC foi usado para financiar a estruturação logística desses atos de familiares de presos no sistema penitenciário da capital federal. A iniciativa tinha por objetivo dar vazão às estratégias da facção, voltadas tanto à frente política quanto ao escoamento de capitais ilícitos.







