O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu a um pacote econômico de última hora para microempreendedores individuais (MEIs) a 12 dias do segundo turno das eleições presidenciais. A iniciativa busca conter a alta rejeição ao petista entre autônomos e pequenos comerciantes às vésperas da votação decisiva.
O Palácio do Planalto marcou a assinatura de decretos e o envio de um projeto de lei complementar para esta terça-feira, 13. A equipe de campanha do petista finalizou os textos às pressas logo depois de o candidato antecipar a ação em comício eleitoral no Rio Grande do Norte.
O plano prevê linhas de financiamento facilitadas e medidas para aliviar débitos de pequenos negócios inscritos no Simples Nacional. O próprio comitê governista admite forte resistência da categoria à reeleição de Lula.
O petista também voltou a prometer o aumento do teto anual de faturamento da categoria. O discurso contrasta com a inação do governo no Congresso Nacional, onde uma proposta idêntica está parada há quase dois meses.







