A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) descreveu como “estarrecedora” a decisão do corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Villas Bôas Cueva, de restabelecer o canal Exército do Lula, que havia sido derrubado pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques.
Em nota, Flávio afirma que o perfil é usado para “disseminar conteúdo falso abertamente” e se esquivar dos métodos de controle da Justiça Eleitoral.
– É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake news a favor de Lula. O canal de fake news que havia sido derrubado pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma. É acintoso – diz o comunicado.
O texto também questiona a competência do corregedor para tomar tal decisão.
– As diversas ações na Justiça Eleitoral possuem conteúdos distintos e efeitos diversos. Jamais se colocou ao corregedor, na imensa Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida por sistemática disseminação de fake News em favor de Lula, o descumprimento flagrante do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral. Não há uma linha sequer na AIJE sobre isso, pelo simples motivo de que a competência para essa fiscalização é do Presidente e não do Corregedor. Ao corregedor, compete analisar a prática de abuso de poder. Ao presidente, controlar o Plano de Conformidade firmado com as plataformas, que jamais deveriam permitir a instrumentalização de seus canais para fins ilícitos – adiciona.
Por fim, o senador afirma que o cumprimento da lei e o combate às fake news devem ser o “objetivo de todos”.
– O contexto é de claro atropelo. Mais uma vez a favor da fake news. Sempre a favor de Lula – finaliza Flávio.







