Ainda na noite do dia 13 de setembro de 2026, poucas horas após a morte da estudante Isabelle Caracristi, a mãe da jovem de 22 anos, Isorlanda Caracristi, recebeu duas ligações, tendo uma delas demorado 22 segundos. No telefonema, ela teria sido comunicada sobre a morte da filha.

A reportagem do Diário do Nordeste apurou que a professora disse às autoridades ter recebido uma ligação de um número desconhecido, e que achou que “era trote”. O primeiro telefonema foi feito pela namorada do irmão de João Munhoz Neto.

Depois, um perito teria ligado para Isorlanda, se identificando e informando sobre a morte, “mas ela bloqueou achando que era golpe”, disse uma fonte ouvida pela reportagem.

Em entrevista na manhã desta quinta-feira (24) no 2º DP (Aldeota), as advogadas da família de Isabelle reafirmam que “não podemos deixar que esse caso se encerre sem todas as perguntas serem respondidas”.

COMENTAR