O ator, cantor e compositor Diogo de Brito Souza, conhecido como Guito Show, usa as redes sociais para compartilhar opiniões sobre a pandemia de Covid-19. O artista defende que a doença foi propagada com diversas informações falsas e é contra a aplicação obrigatória das vacinas cujos testes foram limitados.

Guito está no ar interpretando o personagem Malvino na novela das 7 da TV Globo, Coração Acelerado. Anteriormente, ganhou fama ao dar vida a Tibério no remake da novela Pantanal, que foi ao ar em 2022. Além de encenar, o artista também canta e toca viola com música caipira e sertaneja, viajando pelo Brasil levando sua banda.

Em uma das postagens, o ator chega a dizer que procurou o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que compartilhou recentemente um vídeo sobre supostas controvérsias sobre a pandemia, usando o depoimento recente do médico imunologista Anthony Fauci. Ele foi conselheiro do governo norte-americano durante a pandemia.

— Sou ator e da Globo… Gritei aos quatro cantos!! Para várias autoridades… ao lado do Médicos Pela Vida, tentamos de tudo… Já é tarde! A vax Covid ainda está no PNI [Programa Nacional de Imunizações] e crianças são obrigadas a tomar para se matricular. Mandei mensagens diretas ao Nikolas Ferreira, que ignorou o artista — disse em um dos posts no X (antigo Twitter).

Na última terça-feira (4), Guito compartilhou novamente um vídeo dele próprio de 2024, defendendo a liberdade na escolha pela vacina contra a Covid-19. O artista diz não ser contra a aplicação para quem quiser, mas veementemente contra a injeção obrigatória.

— Me refiro apenas à vacina da Covid. Me refiro apenas à COERÇÃO, quem quiser tomar, tome. Me refiro à liberdade dos pais e seus médicos na decisão para os filhos — declarou por meio de tópicos ainda em 2024.

Em outra publicação, o artista compartilha um texto do Dr. Toby Rogers, PhD em economia política e pesquisador da indústria farmacêutica e saúde pública. O especialista norte-americano elenca uma série de acontecimentos na Covid, considerados por ele agravantes para que a pandemia fosse ainda mais devastadora. O texto original foi escrito em inglês e traduzido.

— Cada passo foi projetado para causar o máximo de dano: nenhum tratamento precoce, bloquear o acesso à hidroxicloroquina e à ivermectina, as vacinas mais tóxicas e mortais da história em uma nova plataforma que nunca funcionará, bilhões de dólares gastos em propaganda para convencer as pessoas a aceitarem cada passo deste plano nefasto, máscaras que reduziram o oxigênio — disse, entre outras medidas.

Rogers finaliza a publicação com 17 tópicos, chamando a pandemia de “guerra”.

— A Covid é uma guerra mundial, lançada pela classe dominante, contra a humanidade — finalizou.

COMENTAR