O Ministério Público Eleitoral voltou a se manifestar, nesta segunda-feira (3), sobre o processo que discute a convenção da Federação União Progressista no Ceará e apresentou parecer favorável à manutenção da deliberação que definiu a chapa majoritária formada por Ciro Gomes, Roberto Cláudio e Capitão Wagner. O órgão também opinou pela extinção da ação por inadequação da via escolhida pelos autores.
O parecer também traz o entendimento de que não há motivo para incluir a Federação Brasil da Esperança (PT) e seus candidatos no processo. Segundo o Ministério Público Eleitoral, uma eventual decisão judicial não teria o poder de obrigar a federação liderada pelo PT a aceitar qualquer composição política, razão pela qual sua participação na ação é considerada desnecessária.
Para o presidente da Federação União Progressista no Ceará, Capitão Wagner, o novo parecer reforça que a condução do processo respeitou a legislação e o estatuto da própria federação.
“Mais uma vez o Ministério Público Eleitoral se posiciona nessa disputa pela Federação União Progressista e, mais uma vez, dá razão à direção da Federação, validando a nossa convenção. Isso mostra que agimos conforme a Lei Nacional das Federações e o estatuto da própria Federação. Agora aguardamos, com tranquilidade, que o Tribunal acompanhe o entendimento do Ministério Público Eleitoral. Esperamos um julgamento isento, técnico e justo, independentemente de qualquer pressão política.”
No parecer, o Ministério Público também sustenta a improcedência dos pedidos para anular a chapa majoritária, defendendo a manutenção da decisão tomada pela Federação União Progressista quanto à coligação “Unir para Mudar” e às candidaturas de Ciro Gomes ao Governo do Estado, Roberto Cláudio a vice-governador e Capitão Wagner ao Senado.







