A família de Luiz Phillipe Machado de Moraes Mourão (foto em destaque), conhecido como “Sicário” de Daniel Vorcaro, voltou a acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira (22/4) para ter acesso ao inquérito da Polícia Federal sobre o suicídio ocorrido na sede da corporação na capital mineira. As investigações foram concluídas nesta quinta-feira (23) e entregues pessoalmente à Suprema Corte.
De acordo com o advogado Vicente Salgueiro, os familiares ficaram sabendo dos desdobramentos do caso apenas por meio da mídia e, por isso, desde o início das investigações, ele tem solicitado ao STF que libere acesso aos autos. “Desde a abertura do inquérito tentamos acesso. Na quarta-feira o pedido foi reiterado”, informou.
Para a defesa de Sicário, após a conclusão do inquérito, “não há mais motivos de impedimentos para acesso aos autos pela família”.
Segundo as apurações da PF, Mourão tentou suicídio sozinho em sua cela, na sede da corporação em BH, em 4 de março deste ano, e teve morte cerebral constatada dois dias depois, no Hospital João XXIII, na capital mineira. Na conclusão, foi descartada a possibilidade de o óbito ter sido provocado por outra pessoa, como noticiou o Metrópoles na coluna de Mirelle Pinheiro.
Para chegar a esse entendimento, os investigadores analisaram imagens da cela onde Sicário estava preso. Além disso, foram ouvidas testemunhas e pessoas consideradas próximas ao investigado.






