A peça ressalta que a “prolongada inércia na investigação de graves fraudes financeiras, como as que envolvem o Banco Master e o BRB, pode causar danos irreparáveis ao sistema financeiro, à confiança dos investidores e à própria imagem da fiscalização parlamentar”.
O deputado pelo Distrito Federal Rodrigo Rollemberg ressalta no pedido de CPI que, “se vier a ser tolerada a permanência dessa omissão inconstitucional ao longo do tempo, instaurar-se-á precedente extremamente nocivo, apto a fragilizar direitos subjetivos públicos de elevada estatura”.
O ministro Dias Toffoli, do STF, foi relator do caso Master como um todo no STF entre novembro e fevereiro. Após grave crise institucional, em 12 de fevereiro, ele deixou o caso. A decisão foi tomada em reunião tensa com todos os ministros da Corte.
A Polícia Federal (PF) apresentou relatório ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, no qual foram apontadas menções ao nome do magistrado no celular de Daniel Vorcaro, dono do banco Master.