O ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União Brasil), participou na manhã desta segunda-feira, 10, de encontro da oposição na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor). Ele admitiu o sonho de ser governador, mas ressaltou estar pronto para qualquer missão no ano que vem. O encontro contou com a presença dos vereadores Julierme Sena, Marcelo Mendes, Inspetor Alberto, Jorge Pinheiro, Priscila Costa, Soldado Noelio, PP Cell, Didi Mangueira e o deputado Pedro Matos.
Sem citar nomes, RC argumentou que sete dos dez “maiores líderes políticos do Ceará” estão com a oposição e comparou o tempo em que esteve aliado ao grupo liderado pelo PT com o caso de alguém que se apaixona, namora, mas acaba se decepcionando.
Roberto não escondeu ter o sonho de governar o Ceará, mas afirmou que o desejo é menor do que a importância de se ter uma unidade na oposição no Estado.
“Fui candidato a governador da última eleição. Então, eu tenho o sonho, tenho o desejo de um dia poder ser governador do meu Estado. Esse sonho e esse meu desejo, eles são menores, e precisam ser menores, do que a capacidade que nós, enquanto grupo, enquanto unidade, vai ter de produzir os melhores nomes, a melhor chapa, aquela mais competitiva e mais capaz de governar e legislar bem. É isso que a gente vai fazer, cada um de nós tem que dar o exemplo”, explicou.
RC afirmou que está disposto a concorrer a um cargo eletivo em 2026 para ajudar o grupo.
“A missão que for necessária cumprir, eu irei. Eu quero me candidatar a um cargo eletivo na próxima eleição, isso não escondo de ninguém também, porque sei que com a força de um mandato eletivo você tem muito mais capacidade de influenciar para melhor a vida das pessoas, mas quero ser o jogador desse time aqui. E para ser mais um jogador desse time, a gente tem que entrar desprendido para que as as circunstâncias da política nacional, estadual, a dinâmica espontânea da vontade das pessoas defina qual é a melhor chapa da oposição”, acrescentou.
Ele evitou falar por Ciro Gomes, sobre se o ex-ministro será ou não candidato ao governo, mas lembrou o que o aliado disse em eventos recentes, de que não estava mais com intenção de ser candidato, mas as circunstâncias o fizeram repensar isso, e que, embora a razão o diga para não concorrer, é regido pelo coração.




