O requerimento de urgência da anistia foi aprovado na noite de ontem com grande maioria, foram 311 votos favoráveis, mas a maioria dos deputados federais cearenses votaram contra o projeto, dos 22 parlamentares do estado, somente 7 votaram a favor do requerimento, com 12 votando contrários, enquanto 3 faltaram a sessão.
Os deputados federais Cearenses favoráveis foram AJ Albuquerque (PP), André Fernandes (PL), Danilo Forte (União Brasil), Dayany Bittencourt (União Brasil), Dr. Jaziel (PL), Luiz Gastão (PSD) e Matheus Noronha (PL).
Os que votaram contra o projeto são André Figueiredo (PDT), Célio Studart (PSD), Enfermeira Ana Paula (Podemos), Fernanda Pessoa (União Brasil), José Guimarães (PT), Júnior Mano (PSB), Leônidas Cristino (PDT), Luizianne Lins (PT), Mauro Benevides Filho (PDT), Nelinho Freitas (MDB), Robério Monteiro (PDT) e Yury do Paredão (MDB).
Não estiveram presentes na sessão os deputados federais Domingos Neto (PSD), José Airton (PT) e Moses Rodrigues (MDB).
A proposta, do jeito que está, concede anistia a todos os envolvidos em atos desde 30 de outubro de 2022. Ou seja, não abarca somente quem esteve na Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.
O presidente da Casa Baixa, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que agora nomeará um relator para que os deputados cheguem a um projeto substitutivo de consenso. Só depois disso o texto será de fato votado no plenário.
“O Brasil precisa de pacificação e de um futuro construído em bases de diálogo e respeito. O país precisa andar. […] Como presidente da Câmara, minha missão é conduzir esse debate com equilíbrio, respeitando o regimento interno e o Colégio de Líderes”, escreveu Motta em seu perfil no X antes de abrir a sessão que analisou o tema.







