Ele foi conduzido coercitivamente nesta quarta-feira, 1, pela política da Itália para ser notificado sobre o processo de extradição para o Brasil e de uma ordem judicial de restrição de circulação.
O processo de extradição foi pedido por Moraes ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. Tagliaferro trabalhou na Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, criada pelo ministro, que foi presidente do TSE de 2022 a 2024.
O advogado Eduardo Kuntz, que defende Tagliaferro, informou que o cliente foi “conduzido para tomar ciência do pedido de extradição”, ser notificado de “cautelar de circulação” e, após o procedimento, foi reconduzido para sua casa.