Em apenas três anos de governo Lula, os impostos foram aumentados, criados ou reajustados 30 vezes, atingindo consumo, serviços, investimentos e até itens básicos do dia a dia. Na prática, a conta do Estado voltou a crescer de forma acelerada, enquanto o contribuinte vê seu poder de compra encolher.

O que mudou na prática?

– Offshores e fundos exclusivos taxados
– “Taxa das blusinhas” em compras internacionais
– Combustíveis mais caros
– Dividendos tributados
– Subvenções de ICMS voltaram a ser taxadas
– IBS, CBS e Imposto Seletivo criados
– IVA estimado em até 28%, um dos maiores do mundo

 Resultado real:
❌ Preços mais altos
❌ Empresas menos competitivas
❌ Classe média esmagada
❌ Planejamento tributário virou questão de sobrevivência, não de vantagem

A estratégia é conhecida: elevação de tributos apresentada como “ajuste necessário”, “correção técnica” ou “medida temporária”. No entanto, o efeito é permanente. Empresas repassam custos, preços sobem e a inflação corrói salários. Para o cidadão comum, pouco importa o nome dado ao imposto; o que pesa é pagar mais para receber serviços públicos que continuam precários.

O aumento sucessivo da carga tributária também desmonta o argumento de que o governo defende os mais pobres. Quem mais sofre com impostos indiretos é justamente quem gasta quase toda a renda em consumo. Ao invés de cortar desperdícios, reduzir privilégios e tornar o Estado mais eficiente, a solução escolhida foi a mais fácil: cobrar mais de quem produz e trabalha.

Após três anos, o padrão se repete. Promessas de crescimento, combate à desigualdade e alívio para a população dão lugar a um governo viciado em arrecadar. Quando impostos sobem dezenas de vezes em tão pouco tempo, fica claro que o problema não é falta de dinheiro, mas excesso de Estado e ausência de responsabilidade com quem paga a conta.

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