Flávio afirmou que Marçal é “um cara do bem”, “preparado” e “bem intencionado”. Segundo ele, a disputa eleitoral deve ser tratada como um enfrentamento ao PT e não como uma rivalidade personalista. “Ou o Brasil vence ou o PT acaba com o Brasil”, declarou, ao listar aliados como o prefeito Ricardo Nunes (MDB), o presidente da Assembleia Legislativa André do Prado (PL), o secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (PP), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o próprio Marçal.
No mesmo evento, o candidato acusou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “perseguir o povo de São Paulo” e afirmou que pretende ajudar Tarcísio e Nunes. Ele também disse que pretende enfrentar o endividamento com redução de despesas para abrir espaço a juros menores.
O governador Tarcísio não participou do ato no mercado. Integrantes da comitiva afirmaram que ele estava na sabatina CBN/Valor/O Globo e que, após o compromisso, poderia se juntar ao grupo ainda nesta quinta-feira, em agendas previstas na Vila Formosa ou na Mooca, bairros da zona leste da capital paulista.





