Levantamento realizado pela empresa de análise de dados Bites, mostra que nos dois primeiros meses de 2026 o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) liderou o engajamento nas redes sociais, superando o presidente Lula (PT) e outros integrantes do núcleo político do governo do petista. A análise considerou publicações no X (antigo Twitter), Instagram e Facebook. Entre janeiro e fevereiro, Flávio acumulou 49,7 milhões de interações, equivalentes a 36,2% do total registrado. Lula aparece em segundo lugar, com 28,2 milhões de interações (20,8%).
No clã Bolsonaro, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) registrou 20,2 milhões, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) 17,5 milhões e Michelle Bolsonaro (PL) 5,7 milhões. O ex-presidente Jair Bolsonaro não contabilizou interações, pois está impedido de publicar nas redes sociais devido à prisão.
Já no grupo de Lula, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, teve 5,3 milhões de interações, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da República, Guilherme Boulos, 5,1 milhões, a primeira-dama Janja Lula da Silva 2,4 milhões e o vice-presidente Geraldo Alckmin 1,1 milhão.
Entre os ministros, Fernando Haddad (Fazenda) registrou 1 milhão, enquanto Rui Costa (Casa Civil) teve 535 mil.
No total, a família Bolsonaro somou 93,6 milhões de interações, 113,5% a mais que o núcleo político de Lula, que acumulou 43,8 milhões.
Em número de seguidores, no entanto, o grupo de Lula mantém vantagem, com 56,9 milhões, contra 48,5 milhões da família Bolsonaro.
Quando considerada a média de interações por publicação, Michelle Bolsonaro lidera com 316.092 interações, seguida por Janja Lula da Silva (78 mil), Flávio Bolsonaro (68.077), Lula (42.764) Carlos Bolsonaro (24.440), Eduardo Bolsonaro (22.090) e Guilherme Boulos (21.655).
O levantamento da Bites foi encomendado pelo Poder 360 e analisou curtidas, comentários, compartilhamentos e demais formas de interação entre 4 de janeiro e 28 de fevereiro de 2026, utilizando também o indicador de tração, que agrega o engajamento dos perfis nas diferentes redes sociais.






