s irmãos Joesley e Wesley Batista, por meio da Fluxus Oil, Gas & Energy, adquiriram 49% da Petrolera Roraima, uma joint venture com a estatal venezuelana PDVSA, em um projeto de produção de petróleo na Venezuela. A transação, cujos valores não foram divulgados, faz parte de um novo ciclo de investimentos no setor petrolífero do país, impulsionado pela flexibilização das restrições dos EUA.
Os irmãos Joesley e Wesley Batista ampliaram sua atuação no setor de energia com a compra de uma participação em um projeto de produção de petróleo na . A aquisição foi feita pela Fluxus Oil, Gas & Energy, empresa controlada pela família, que passou a deter, por meio da compra da A&B Oil and Gas, uma participação indireta de 49% na Petrolera Roraima, joint venture com a estatal venezuelana Petróleos de Venezuela (PDVSA). Os valores da operação não foram divulgados.
Segundo pessoas com conhecimento da negociação, a transação integra uma nova rodada de investimentos privados no setor petrolífero venezuelano, impulsionada pela flexibilização das restrições impostas pelos EUA. Ao jornal O Globo, fontes afirmam que outros acordos podem ser anunciados antes do prazo regulatório de 28 de julho.
A Petrolera Roraima está localizada no Cinturão de Óleo Pesado do Orinoco, uma das principais regiões produtoras do país. O campo foi operado historicamente pela ConocoPhillips até 2007, quando os ativos da companhia norte-americana foram expropriados pelo regime venezuelano.
Com a Fluxus no controle das operações, os sócios pretendem elevar a produção da Petrororaima para 120 mil barris de petróleo por dia em cinco anos. Atualmente, a produção corresponde a cerca de um quarto desse volume, segundo as fontes, que falaram sob condição de anonimato por não estarem autorizadas a comentar o assunto publicamente.
As mesmas pessoas afirmam que a operação foi estruturada em conformidade com licenças emitidas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros, órgão vinculado ao Departamento do Tesouro.







