A Marcha pela família que ocorreu na tarde do último domingo (07), reuniu milhares de pessoas em caminhada da Praça Portugal até a avenida Beira-mar, com pregações de padres, pastores, hinos cristãos também foram tocado por uma banda de cima do trio que puxava a manifestação, como prometido pela organização os políticos só falaram ao fim do evento quando chegou na Avenida Beira-mar, ao longo dos discursos, críticas a atuação do ministro Moraes, pedidos de anistia e críticas ao PT no estado e no governo federal.

Estiveram presentes no evento o senador Eduardo Girão (Novo), o deputado federal André Fernandes (PL) e Dayany Bittencourt (União Brasil), os deputados estaduais Alcides Fernandes (PL), Sargento Reginauro (União Brasil) e Carmelo Neto (PL), além dos vereadores de Fortaleza Bella Carmelo (PL), Jorge Pinheiro (PSDB), Inspetor Alberto (PL), e os vereadores de Caucaia Tancredo Augusto (PL) e Mersinho (PSD), além do presidente do União Brasil no Ceará Capitão Wagner e a suplente de deputado federal Dra Mayra.

“Não existe independência sem liberdade. Hoje a gente percebe uma fração da política brasileira sendo perseguida por Alexandre Moraes”, defendeu. “Então, a gente está lutando por um dia da independência com liberdade, pela democracia, sem perseguição política à direita e ao nosso líder Jair Bolsonaro”, afirmou André Fernandes

O senador Eduardo Girão (Novo) também reforçou que a principal pauta é a anistia aos condenados pelos atos do 8 de janeiro, assim como aqueles que ainda devem ser julgados, a quem chamou de “presos políticos”. O parlamentar também fez críticas ao Supremo e ao ministro Alexandre de Moraes.

“É o dia da independência, é a libertação de uma ditadura, que a gente vive, do judiciário, é o pedido de impeachment do Alexandre Moraes, que é o causador, no meu modo de entender, e dessas pessoas, de um caos”, disse.

Presidente do União Brasil no Ceará, o ex-deputado federal Capitão Wagner também esteve presente na manifestação. Ele endossou as críticas feitas a Moraes e ao julgamento pelo atentado do dia 8 de janeiro.

“Alexandre de Moraes resolveu se exacerbar em uma série de atitudes, o julgamento que está sendo feito agora em relação ao dia 8 de janeiro, ele não só é o acusador, é o julgador, é a vítima, isso sem dúvida nenhuma está chamando a atenção de toda a população brasileira, então a principal reivindicação é por independência de verdade”, disse.

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