O deputado estadual Felipe Mota (União Brasil-CE), subiu na tribuna da Assembleia Legislativa do Ceará, no começo do mês Julho, onde previu que o estado do Ceará seria o mais prejudicado pelo tarifaço recém anunciado pelos Estados Unidos, quando muitos ainda não levavam a serio o assunto, ele já mostrava preocupação com os prejuízos advindos da tarifa.
Durante toda essa semana várias veículos da imprensa Cearense e nacional, noticiaram que o estado do Ceará seria o mais afetado com as novas tarifas, de acordo com dados do Comex Stat, plataforma do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), 52,2% das exportações do Ceará tiveram como destino os Estados Unidos. O volume de comercialização dos produtos cearense representou 557 milhões de dólares.
Os setores da siderurgia e de calçados foram os que mais enviaram produtos aos Estados Unidos. Os números de 2025, se comparados com igual período de 2024 (de janeiro a junho), representam um crescimento de 184%.
No ranking de quantidade exportada para os Estados Unidos, depois do Ceará, aparecem os estados do Espírito Santo (33,9%), Sergipe (31,4%) e São Paulo (19,5%). Já na outra ponta da tabela, estão os estados de Roraima (0,56%), Mato Grosso (1,13%) e Acre (1,25%).
“Esse aumento das tarifas prejudica diretamente nossa produção, nossos contratos e, principalmente, os empregos do nosso povo. Eu amo o meu país, mas amo ainda mais a minha terra e o povo do sertão. Estou aqui para lutar por quem mais precisa e defender os postos de trabalho do nosso Ceará!”, afirmou Felipe Mota






