O governo federal assinou a ordem de serviço para a retomada das obras da Universidade da Integração Latino-Americana (Unila), na última terça-feira (10), durante uma visita do ministro da Educação, Camilo Santana, à sede da instituição na cidade de Foz do Iguaçu (PR). A nova fase da construção – que foi paralisada há mais de 10 anos – está orçada em R$ 752 milhões.
O valor para a obra na Unila estava previsto por meio de um convênio socioambiental com a Itaipu Binacional, firmado em dezembro de 2023, ano em que a gestão petista assumiu a direção do lado brasileiro da usina hidrelétrica. No entanto, de acordo com o governo federal, os recursos serão repassados por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
As licitações para a primeira fase de execução das obras do campus Arandu e para o serviço de fiscalização das edificações foram conduzidas pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops). O consórcio MPD e Ankara Unila, formado pelas empresas MPD Engenharia e Ankara Engenharia, venceu o processo de licitação.
O contrato é de US$ 118,1 milhões – cerca de R$ 650 milhões – para execução da fase 1 da obra do campus em Foz do Iguaçu. A fiscalização será feita pelo consórcio Nerkpe, composto pelas empresas Nova Engevix, Prisma Consultoria e Engenharia e RK Engenharia e Consultoria.
De acordo com a Unila, a primeira fase da obra prevê a construção dos edifícios da central de salas de aula, prédio administrativo e restaurante universitário e biblioteca. A nova estrutura será construída em uma área de mais de 94 mil metros quadrados com as edificações entregues a partir de março de 2026.








